XI SIPAT realiza
palestra sobre ginástica laboral
Um dos assuntos abordados durante a XI é o benefício que a ginástica
laboral traz aos funcionários.
A terapeuta ocupacional Jeanne
Keila de Almeida Silva Morais foi a primeira palestrante da XI SIPAT
(Semana Interna de Prevenção aos Acidentes de Trabalho). O tema da
palestra foi Ginástica Laboral. Há cinco anos a Santa Casa de Campo
Grande conta com um programa de ginástica laboral para os
funcionários que estão mais expostos aos riscos de desenvolver os
chamados Distúrbios Ósteomusculares Relacionados ao Trabalho, como
lombalgias ou lesões por esforços repetitivos.
Um dos setores que são
atendidos é o da Costura. Lá, 12 costureiras realizam, diariamente,
exercícios que ajudam a manter a circulação sangüínea, melhoram a
concentração, previnem lesões musculares, desenvolve a consciência
corporal, além de descontraírem, promoverem socialização e motivarem
para o trabalho. De acordo com a terapeuta ocupacional Jeanne
Morais, as queixas sobre dores no corpo das mulheres que trabalham
no setor diminuíram.
O primeiro registro da
ocorrência de ginástica laboral ocorreu em 1925, na Polônia, quando
a ginástica era uma pausa destinada somente a operários. Em 1928, o
Japão começa a adotar a prática. Hoje um terço dos japoneses se
exercitam nas empresas como forma de garantir a qualidade do
trabalho. Nos Estados Unidos as empresas investem em programas que
promovem o bem estar dos funcionários. No Brasil a ginástica laboral
teve início nas décadas de 70 e 80.
A ginástica laboral se
caracteriza por ser uma atividade física voltada especificamente
para o trabalhador. Libera movimentos bloqueados pelas tensões
emocionais e ajuda na amplitude e tonicidade muscular, melhora a
coordenação motora, elimina toxinas com o aumento da circulação
sangüínea, reduz o sedentarismo e reduz a fadiga mental e física.
Ao
final da palestra a terapeuta ocupacional fez uma sessão de
ginástica laboral para os funcionários que estavam no auditório do
hospital, participando da XI SIPAT.
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