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Santa Casa na
vanguarda dos transplantes
A
Santa Casa de Campo Grande, maior Hospital de Mato Grosso do Sul, é
referência no Estado na realização de transplantes de córnea, rim e
coração.
Uma série de patologias podem
ser resolvidas, melhorando a qualidade de vida do cidadão com o
Transplante de Órgãos. Do mais simples como o de córneas, aos mais
difíceis como o de fígado e coração, os transplantes representam
esperanças para muitos pacientes na fila, que aguardam sua vez para
a realização da cirurgia.
A Santa Casa de Campo Grande,
maior Hospital de Mato Grosso do Sul, é referência no Estado na
realização de transplantes de córnea, rim e coração. No ano de 2007,
até o mês de outubro, a Instituição realizou 33 transplantes de rim
e 60 transplantes de córnea.
De acordo com o Ministério da
Saúde, o programa de transplantes do Sistema Único de Saúde (SUS) é
o segundo maior do mundo, superado apenas pelo da Espanha.
Atualmente, 71.152 brasileiros estão na fila de espera de órgãos
para transplante, sendo 42.282 para órgãos sólidos, 26.793 para
córnea e 2.063 para medula óssea.
Mato Grosso do Sul ainda não
realiza transplantes de fígado, medula ou ossos, por exemplo. Essas
técnicas ainda precisam de investimento e também serem colocadas no
ponto.
O Transplante de Órgãos não
parece tão simples. Desde a captação do órgão até o seu implante, há
vários processos e várias equipes trabalhando em conjunto:
convencimento da família sobre todo o processo para os doadores
cadáveres, captação do órgão, testes laboratoriais, até a
disponibilização para as equipes envolvidas de cada órgão a ser
transplantado.
O processo vai desde o
pré-transplante, o transplante e o pós-transplante, que implica em
drogas imunossupressoras, segmento clínico e adesão do paciente ao
tratamento. As técnicas devem ser colocadas no ponto para a
realização das mesmas, enquanto a esperança com as células-tronco
não chegam. Esperamos um futuro próximo para os órgãos que
precisarem ser substituídos.
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