Pronto Socorro Geral da Santa Casa tem novo Coordenador Médico

O médico Marcos Marinelli Bonilha assume o cargo de Coordenador Médico do Pronto Socorro Geral da Santa Casa de Campo Grande a partir do dia quatro de março.

      A partir do dia quatro de março, o médico Marcos Marinelli Bonilha assume o cargo de Coordenador Médico do Pronto Socorro Geral da Santa Casa de Campo Grande. Bonilha foi escolhido para a função no dia 25 de fevereiro, em eleição realizada entre os médicos do PS.

      Para o novo coordenador, será um grande desafio assumir o Pronto Socorro em sua nova fase. A segunda etapa da reforma está para ser concluída e, além da expectativa para a sua inauguração, a Santa Casa será o primeiro Hospital de alta complexidade do Estado, que atende urgência e emergência, a adotar a classificação de risco, nos moldes do Ministério da Saúde, em pacientes que chegam ao Pronto Socorro.

      “Assumo a Coordenação Médica do Pronto Socorro da Santa Casa, reestruturado física e logisticamente, com a missão de garantir a valorização dos trabalhadores e a qualidade de atendimento ao usuário, através da implantação dos preceitos da Política Nacional de Humanização, o que deve nos qualificar e diferenciar como unidade de excelência no atendimento a Urgências e Emergências”.

      O Sistema de Classificação de Risco se faz através do acolhimento da população que chega à Instituição e é atendida por meio da adoção de critérios de prioridade norteados pelo Ministério da Saúde. A classificação de risco tem como objetivo reorganizar o fluxo no Pronto Socorro, avaliar o paciente logo na sua chegada, humanizando o atendimento, reduzindo o tempo para o atendimento médico e fazendo com que o paciente seja visto precocemente de acordo com a sua gravidade.

      Para o Diretor Clínico do Hospital, Dr. Luiz Alberto Kanamura, a diretoria e todo o corpo clínico da Santa Casa está empenhado para assumir os desafios de um novo Pronto Socorro.   “Acredito na evolução física, técnica e de suporte tecnológico. Na importância da classificação de risco para otimizar nossos recursos e distribuir na rede de assistência as diversas patologias de menor complexidade. No retorno do investimento em qualidade aos profissionais que aqui trabalham e principalmente para a população”, conclui o diretor. (RC)